Destaque da Semana

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31/01/2011

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Muitas pessoas contam histórias que não são publicadas em livros, histórias de acontecimentos, geralmente passadas em pequenas cidades e que por muitas gerações são passadas de pai para filho ou em rodas de amigos à beira de uma fogueira ou na porta de casa a noitinha após o jantar... vamos ler algumas? Lembrem-se... são veridicas!!! (pelo menos de acordo com quem contou)


Amor de mãe além da vida

Três amigas vinham estudavam em uma universidade que ficava na cidade vizinha e todos os dias elas faziam o mesmo trajeto por 40 minutos para chegar até a aula. Pegavam o carro de uma só e viajavam juntas no horário de meio dia retornando no cair da noite. Uma noite em que voltavam da aula uma mulher lhes parou no meio da estrada se posisionando na frente do carro. Ela estava bem machucada e sangrava em algumas partes do corpo. "Por favor, ajudem-me. Sofri um acidente a alguns metros daqui e meu bebê está ainda no carro. Está preso no banco de tras" As estudantes quiseram colocar a mulher dentro do carro, mas ela apenas insistia para que seguisem rápido. Pegaram a estrada novamente e em menos de dois minutos avistaram um tumulto e pararam o carro. Viaturas do corpo de bombeiros isolavam o local do acidente. Uma das estudantes saiu correndo do carro e furou o bloqueio querendo avisar sobre o bebê. "Rápidp, tem um bebê no banco de tras do carro". "Imposível, nós já olhamos tudo" - respondeu o bombeiro. "Por favor, dêem mais uma olhada. Foi a mãe da criança que nos contou". O bombeiro olhou-a incrédulo enquanto seu companheiro de trabalho correu até o carro. "Mas que mãe? Aquela que está falecida ali no chão? A estudante sentiu seu corpo todo arrepiar. A mulher que acabara de ver, pedindo socorro no meio da estrada etava a sua frente, morta, esturada no chão. Um choro de bebê ecoou na estrada! "Ei, tem um bebê aqui" - gritou um dos bombeiros.


O susto

Há mais de cem anos, em uma pequena cidade de Minas Gerais ocorreu uma fatalidade com um jovem estudante e des então ele aterroriza o cemitério municipal não permitindo que nenhuma pessoa entre lá após escurecer. Muitos que tentaram logo após o incidente entraram em coma profundo e desde então ninguém mais se arriscou. A história começou quando em uma noite cinco estudantes resolveram passear pelo cemitério para testarem sua coragem. Brincadeira inofensiva da qual nunca imaginavam chegar ao ponto que chegou. No meio das brincadeiras e sustos que um pregava no outro encontraram um malsoléu aberto, tinha uma espécie de escada que levava a uma pequena saleta onde haviam seis túmulos. Porque estaria aberto? Muitas árvores e mato tiveram que ser afastados para poderem entrar. Como o espaço pendia para baixo, era possivel ver algumas raizes das árvores plantadas no solo acima de suas cabeças. Olharam o lugar e começaram a fazer pequenas brincadeiras de susto. Em uma certa hora, alguns pedaços de madeira empilhados que serviriam para terminar a obra no dia seguinte  rolaram, fazendo um enorme barulho e assustando todos os estudantes. Sairam correndo escada acima como puderam. gritando de horror... O último porém gritava ainda com mais força!! Alguém o segurava e o puxava para dentro. Apavorados, todos fugiram s[o parando de correr quando cada qual estava em sua casa. No dia seguinte quando os trabalhadores que estavam fazendo a obra no malsoléu chegaram, encontraram um jovem de mais ou menos 17 anos, com expressão de horror, morto, dentro do local. Às suas calças estava agarrado um pedaço de raiz, que o prendeu, e o matou de susto...



Brincadeira de criança

Essa história aconteceu na Grande São Paulo, em Pinheiros. Carlos e Carina eram gêmeos, tinham 4 anos, adoravam inventar brincadeiras e eram o xodó da família toda, avós, tios, padrinhos, principalmente por serem as únicas crianças na família. Em um dia, no fim de tarde, os gêmeos brincavam na larga sacada do apartamento quando, de súbito, levantaram-se e começaram a pular batendo as mãos e gritando: "Oi vô! Mãe, vem ver, é o vô! Tchau vô! Tchau vô!" A mãe entendendo que não passava de uma brincadeira imaginária, explicou: "Filhos, o vô não está aí. Está em casa". A menina arregalou os olhos e respondeu: "Você não está vendo, mãe? Ali! É o vô! Ele veio nos dar tchau" E continuaram a acenar e mandar beijos. O celular toca e a mãe atende. Do outro lado uma voz chorosa: "Filha, seja forte, mas seu pai acabou de falecer. Foi dormindo. Não sentiu nada..." A mãe apenas olhou para o céu, para o local em que as crianças acenavam há alguns segundos atras. Agora tinham voltado ao chão para seus brinquedos.


O Anel

Jorge morava em São Expedito, cidadezinha do interior. Era taxista e muito trabalhador. No início de fevereiro sete horas da noite fez uma corrida para uma estudante que, pelo modo como se vestia, deveria está cursando farmácia e enfermagem, únicos cursos superiores oferecidos dentro da cidade. Levou-a da frente do cemitério municipal, que ficava ao lado da faculdade para um bairro com casas simples e bem cuidadas. Todos os dias durante uma semana era a mesma coisa. A moça alta nunca falava nada entrava no taxi e lhe estendia um bilhete com o endereço: "Rua da Paz, 53". Lá saltava e entrava em casa. Na sexta-feira logo após essa corrida foi pra casa e contou à esposa como tinha ficado impressionado com aquela mulher. Nunca falava nada, tinha um semblante triste e parecia muito abatida, apesar de bonita. No sábado, ao lavar o carro na porta de casa encontrou entre o assento e o encosto do banco de tras um anel muito caro e valioso. Logo pensou ser da estudante e guardou para lhe entregar na segunda-feira. Na semana seguinte, durante três dias, Jorge aguardou a moça que não apareceu. Após o horário de sempre, na terceira noite, Jorge foi até o endereço que sempre a deixava para entregar o anel. Bateu. Uma senhora de seus setenta anos abriu a porta. "Deve ser a mãe dela" - pensou. "Minha senhora, desculpe o incômodo, mas a sua filha está?" A mulher assustada respondeu: "Não tenho filha, só um filho". Jorge insistiu: "É uma moça loira, alta, pele bem clara e que só usa branco, deve fazer um curso na faculdade, pois a trouxe a semana passada todas as noites para casa". A senhora levou a mão na boca e soluçou. Entrou rapidamente e trouxe um retrato. "Sim, é esta sim. Ela está? Deixou esse anel no meu carro na sexta-feira" A senhora olhos para o anel aturdida pelo reconhecimento da jóia e disse: "Impossível falar com ela. Minha filha morreu fazem vinte anos".


Depois posto mais algumas, ok?



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28/01/2011

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A coleção Deixados Para Trás é uma das séries de ficção mais lidas no mundo. A coleção reúne ficção cristã, ação e suspense numa história baseada no Apocalipse bíblico.
Deixados para Trás Milhares de pessoas desaparecem misteriosamente. A resposta surge, quando descobrem que o juízo final chegou.
Comando Tribulação É formado o Comando Tribulação para enfrentar o anticristo durante os sete anos mais caóticos da história do planeta.
Nicolae Nicolae Carpathia, o Anticristo, chega ao poder e torna-se sinônimo de terror e violência, enquanto a ira de Deus desaba sobre a Terra.
A Colheita A escolha está feita. No 21º Mês após o arrebatamento, um terremoto assola a terra. O mundo é obrigado a decidir de que lado vai ficar.
Apoliom O Comando Tribulação reúne-se em Israel para a grande Conferência. Apoliom, o principal demônio do abismo, lidera a praga dos gafanhotos demoníacos.
Assassinos Um exército de cavaleiros sobrenaturais extermina um terço da população. O Comando Tribulação torna-se, definitivamente, um grupo clandestino.
O Possuído O anticristo é assassinado. Ao fim de 3 dias, ele ressuscita, possuído pelo demônio.
A Marca Nicolae, está de volta agora possuído pela própria besta. Todos são obrigados a portar seu nome ou número na testa ou na mão. A perseguição cristã intensifica-se.
Profanação Depois de sua ressurreição, Nicolae entra em Jerusalém imitando a entrada triunfal de Cristo. Com mais uma perda no Comando Tribulação, os "rebeldes" necessitam desenvolver novas táticas para sobreviver e combater o demônio da besta.
O Remanescente A vingança do anticristo. Seus inimigos aglomeram-se no lugar ideal para uma destruição em massa. Ninguém poderá sair vivo dali, a não ser por um milagre.
Armagedom É chegada a Batalha do Armagedom. O Anticristo, desesperado intensifica como nunca a perseguição aos que não aceitaram sua marca e se recusaram a adorá-lo.
O Glorioso Aparecimento Nicolae, à frente de um exército numeroso e fortemente armado, conta ação infalível e toda tecnologia disponível. Há uma única esperança para aqueles que resistem às forças da Comunidade Global.
A Vitória Final Os horrores da tribulação acabaram e Jesus Cristo consolidou o seu reinado na terra. Quando Satã é liberto da prisão de mil anos, ele levanta seus seguidores para o último conflito entre o bem e o mal.

Não li nenhum, mas me pareceu interessante... como forma de entender a concepção do outro.


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“Deixados para Trás”: Má Ficção, Péssima Teologia!


Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins estão na lista dos autores mais citados dentre os maiores sucessos editoriais do momento por causa da série “Deixados Para Trás”. Provavelmente eles fizeram mais do que quaisquer outros para tornar o termo “arrebatamento” familiar para a maioria dos norte-americanos. Para colocar em termos numéricos, a dupla vendeu mais de 65 milhões de cópias, relativas aos doze livros da série. Vários milhões de livros foram traduzidos e vendidos para 16 diferentes línguas ao redor do mundo.
Dada a desconcertante popularidade desses romances, alguém questiona estupefato: qual o segredo de tanta atração? Na tentativa de responder para mim mesmo essa questão, dei uma segunda olhada no livro número sete da Série. Imediatamente após a sua publicação, o “O Possuído” catapultou para o topo da lista dos bestsellers do New York Times, um feito notável, especialmente quando se leva em conta que esse jornal não considera as vendas feitas apenas em livrarias cristãs. Este livro compartilha das premissas de todos os anteriores ‘Deixados Para Trás'. LaHaye e Jenkins seguem um padrão que nos diz que é simplesmente uma dramatização dos eventos previstos na Bíblia. Em “O Possuído”, encontramo-nos na metade do período de sete anos que os autores entendem como sendo a Tribulação. É um tempo caótico para os povos da terra. Apenas três anos e meio antes dos eventos descritos neste livro, todos os nascidos de novo, crentes que davam crédito à Bíblia, foram “arrebatados” diretamente para o Céu. Sem estas pessoas devotas, decentes e fiéis ao lado para defenderem a causa do bem e da verdade, o controle do mundo cai nas mãos do carismático Nicolae Carpathia, líder do novo governo mundial. Carpathia, nascido na Romênia, humanista e pacifista, é um ex-secretário geral das Nações Unidas.
Jenkins e LaHaye levam os seus leitores a crer que o resto da população dos Estados Unidos é tão susceptível à sedução de Carpathia, designado pela Revista “People” como 'o homem mais sexy que existe', que os norte-americanos aceitaram abrir mão de existirem como nação para se submeterem à soberania de um governo mundial que o Romeno construiria num lugar chamado Nova Babilônia, em algum lugar do Oriente Médio. Este livro abre com o assassinato de Carpathia e termina com a sua ressurreição. É assim que aparenta. Só que de fato o Carpathia ressuscitado nada mais é do que Satã encarnado. Satã, banido do Céu, veio governar o Mundo como o Anticristo. Para o fiel que ousa resistir, o futuro se mostra sombrio. Mas uma pequena parte de crentes verdadeiros, incluindo entre eles Rayford Steele, o ex-piloto; Cameron “Buck” Williams, editor da Revista Eletrônica “A Verdade” e alguns outros, se lançaram numa valente resistência. Lutam em e contra todas as vicissitudes, inspirados pela esperança de que um dia eles também possam ser retirados da escuridão e aflição atuais para se unirem ao Salvador e seus amados no Céu.
Aparentemente, o fato de que esse cenário não é, e nunca foi, a visão prevalecente dentro da maioria das igrejas cristãs do que acontecerá no “final dos tempos” não afeta a popularidade desses livros.
Na verdade, a idéia de um Arrebatamento que retiraria os cristãos com segurança do Cenário de um mundo preste a entrar num caos sem medida é um desenvolvimento relativamente recente. Concebida primeiramente por John Nelson Darby da Irmandade de Plymouth, em 1827, foi incorporada e difundida de forma massiva a partir da publicação em 1909 da Bíblia de Referência de Scofield. Entre os críticos mais estridentes deste Cenário de Arrebatamento encontram-se os milhões de cristãos evangélicos e fundamentalistas que encontram nele uma leitura fatalmente fragmentária da própria Bíblia. É desnecessário dizer que, para aqueles que como nós não crêem que os eventos futuros relativos ao Terceiro Milênio estão preditos e pré-determinados pelas profecias bíblicas, tais cenários são mais fantásticos do que ficção cientifica. Alem disso, escritores como Hal Lindsey e Jenkins/LaHaye revivem uma teoria do século dezenove e de tal maneira a empacotam que transformam uma doutrina religiosa obscura numa forma de entretenimento.
Primeiro encontramos as obras de LaHaye, e de Jenkins, durante a histeria do chamado bug da virada do milênio (Y2K), ocorrida a alguns anos atrás. Lembram-se do bug do milênio, da temível sigla Y2K ? Embora hoje o bug da virada do milênio nos computadores tenha sido esquecido pela maior parte das pessoas, em 1999 houve aqueles que achavam que as conseqüências desta peculiaridade na maneira em que os dados seriam calculados nos computadores pessoais, de alguma forma, traria uma catástrofe para o nosso planeta. Entre os que advertiam acerca da proximidade dos dias finais estavam Tim LaHaye e Jerry Jenkins. Por muitos anos eles haviam previsto uma catástrofe planetária, e o aparentemente pequeno bug do computador se lhes pareciam exatamente o começo de toda a hecatombe. O mercado de ações deixaria de funcionar. O sistema elétrico entraria em colapso. As fontes de abastecimento seriam cortadas. Haveria pânico nas ruas. Dirigidas pelo medo, as pessoas colocariam os seus destinos nas mãos de um governante inescrupuloso que pudesse assumir o controle da situação. Logo, as ficções contidas em seus romances transformar-se-iam em fato, exatamente como a Bíblia assim dizia. Mas, nada de preocupação, por que tão logo a tempestade estivesse acontecendo, os crentes fiéis seriam salvos milagrosamente. Assim que 80 milhões de cristãos americanos fossem arrebatados aos céus, o mundo inteiro soçobraria no caos. Como se sabe agora, nada ainda que remotamente comparado a isso aconteceu.
Teria isso feito com que Tim LaHaye e Jerry Jenkins mudassem o seu modo de pensar? Não, de modo algum. Ao invés disso, outros sinais mais claros do final dos tempos ainda foram encontrados. Os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 se lhes pareceram confirmar os temores deles associados equivocadamente com o vírus do computador Y2K. Agora está claro, escreve Tim LaHaye: “este mundo de nossos dias está no caminho de tornar-se cada vez mais violento e tumultuoso do que qualquer período da história”.
Decerto que a onda de terrorismo, de ataques suicidas, chamou atenção da maioria das pessoas, especialmente nos EUA. Mas o terrorismo do Século XXI fez dele o período “mais violento” de toda história humana? Os primeiros dois anos deste século foram mais violentos e “tumultuosos” do que a Idade das Trevas/Idade Média? Piores do que os anos violentos da Guerra Civil? Piores do que a II Guerra Mundial com o holocausto e com o lançamento da bomba atômica? 50.000 americanos perderam suas vidas na Guerra do Vietnã; 3.000 nos ataques terroristas de 11/09. Esses anos de abertura do Século XXI são mesmo os mais violentos do que qualquer outro na história? Colocando à parte essas questões reais, Jenkins e LaHaye não têm nenhuma dúvida sobre isso. Este cenário é tudo parte do Plano de Deus; estamos entrando num período de tribulação em que bilhões de pessoas experimentarão uma morte brutal e violenta. E o que é surpreendente, eles esperam que as pessoas creiam que isso é parte da “boa nova” proclamada primeiramente por Jesus Cristo que veio para que o mundo pudesse ser salvo. Como uma tremenda transformação, tanto a “boa nova” quanto a proclamação de “paz na terra” se transformaram em tétrica previsão de morte e destruição para a maioria oprimida dos povos da Terra.
Tão Norte-Americano como Torta de Maçã.
Então eu volto à pergunta que fiz no início. Por que esses romances são tão populares? Deixe-me dar uma sugestão. Porque elas são tão norte-americanas como a torta de maçã. Os autores negociam com moeda corrente num dos mais poderosos mitos americanos: o do herói que se salva no momento crucial da aflição. Lembra daqueles filmes de mocinho, classe B, do cinema mudo, em que a heroína é amarrada aos trilhos da estrada de ferro? A locomotiva está à vista, trovejando diante de seu corpo indefeso. De repente surge do nada o mocinho no cavalo branco, a galope para salvá-la. Apenas com uma fração de minuto, corta as cordas e liberta a bela mocinha. O passeio do casal com o por do sol à vista nos leva a crer que eles serão felizes daí em diante. Este mito secular foi reencarnado logo depois em algumas coisas que a televisão mostra caracterizando as mulheres mais moças competindo pelo seu direito a um casamento com um milionário ou a conquista de multimilhões de dólares das loterias, que apresentam a promessa de imediata salvação da tediosa vida diária e de acesso ao estilo de vida dos ricos e famosos.
A Série “Deixados Para Trás” sugere que você também pode ser o vencedor do Grande Prêmio do Espaço. Escapar desse mundo de horror para estar entre aqueles que você ama no Céu! Quanto maior for a desgraça que alguém faça aparecer no mundo, tanto melhor, pois maior será o escape, maior será a fome do Salvador, quer na forma de um bilhete sorteado da loteria estadual, ou de um belo milionário, ou do herói final, Jesus Cristo.
Finalmente, assim apregoados, esses romances não somente são má ficção, são má teologia, também. A verdadeira força do Cristianismo não está na oferta de um escape milagroso dos problemas deste mundo, mas na inspiração para resisti-los. Deus oferece não o último salvamento para uns poucos crentes enquanto a maioria da raça humana perece no caos, mas oferece a esperança tão bem expressa pelo próprio Jesus Cristo nas suas palavras de oração, de que seja feita a vontade de Deus “assim na terra como céu”. Deus nos colocou sobre este conturbado planeta para sermos seus guardiões, não para sermos um povo fissurado que se apressa em correr em direção às portas da saída ante o primeiro sinal de problema.
Fonte: Monergismo

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23/01/2011

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Aprendi a gostar de ler com os livros da Therezinha. Tinha 7 anos e os "recreios" na escola eu passava na biblioteca com a "pilha" de livros da autora ao meu lado e um nas mãos, como se eu fosse conseguir ler todos em 15 minutos de intervalo rsrs. A "tia" da biblioteca já separava-os pra mim em um montinho. Eu lia e relia todas as semanas. Os meus preferidos eram "O peixinho dourado vai passear" e "Um cachorrinho para Cacau".  Eu sentia como se no momento da leitura eu "entrasse" na história e o mundo em minha volta desaparecesse... acho que até hj sinto isso quando leio rsrsrs Eu me transporto.  As capas mudaram, mas o carinho que tenho por esses livros continuam. 
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Bem, queria indicar esses livros para os filhos, sobrinhos, afilhados e irmãos mais novos dos meus seguidores. Se puderem lhes presentear com um livro, tentem um desses... são todos maravilhosos! 
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O PEIXINHO DOURADO VAI PASSEAR
24 páginas

A aventura do peixinho que tinha medo da baleia azul, suas andanças pelo fundo do mar e a chegada à praia. Recolhido por Paulinho e Bilela, fica algum tempo num aquário, mas definha de tristeza. As crianças então o devolvem ao mar e aí a história ganha rumos inesperados.

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UM CACHORRINHO PARA CACAU
22 páginas

Kakau pediu um presente de aniversário para seu pai. Ela queria um cachorrinho de estimação. Papai saiu logo para comprar o bichinho porque queria muito ver Kakau feliz. Mas, na hora de escolher o cãozinho, todos eram bonitos e tinham alguma coisa de especial. Papai não sabia o que levar para casa. O texto fala de excesso de ofertas e das dificuldades de selecionar o que realmente nos interessa.


A TARTARUGA INFELIZ
23 páginas.

A tartatuga Bilila sente-se infeliz, não gosta do seu casco duro, admira o pêlo macio do coelho Pulador e da cachorrinha Zelinda. Um dia, a chuva lhe mostra que seu casco tem vantagens e beleza. É um guarda-chuva natural!


O CANGURUZINHO FUJÃO 
22 páginas.

O canguruzinho vivia no Jardim Zoológico, mas queria conhcer o mundo lá fora. Um dia, foge e vive uma aventura cheia de peripécias e travessuras. Até que um guarda o leva de volta e ele reencontra o carinho e o conforto na bolsa da Mamãe Canguru.


PLUMINHA PROCURA AMIGOS
24 páginas

O passarinho Pluminha vivia preso em uma gaiola e quando descobre a liberdade não consegue fazer amigos. Até que um dia encontra a menina Aninha e a partir daí descobre novas companhias e outros sentimentos.


O GATINHO PERDIDO
24 páginas.

Lelinha estava chegando da escola quando viu o gatinho perdido. Quis ficar com ele, mas a mamãe a orientou dizendo que não se deve ficar com o que não é nosso. A menina saiu em busca do verdadeiro dono do gato: perguntou aqui, ali e acolá, mas ninguém sabia de nada. Após uma grande aventura, Lelinha terá uma ótima surpresa no final da história.

 
GIRAFINHA FLOR FAZ UMA DESCOBERTA
20 páginas
 
 






 O COELHINHO DESOBEDIENTE

24 páginas
 





   
ONDE ESTÁ A MAMÃE?

22 páginas
 
 








AVISO AO REI LEÃO
24 páginas
 
Galo-ló e sua turma de amigos empenados foram atrás do rei leão para avisá-lo de um tiro de canhãomuito suspeito. Nocaminho, encontraram a raposinha- espertinha, que quis enganar as aves e botá-las em um caldeirão. Mas as aves eram bastante espertas. No fim das contas, deram uma bela lição na raposa, se esquecendo até da missão.


Vale muito a pena!!!

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22/01/2011

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A Série Os Fantasmas de Derek Stone de Tony Abbott é composta de quatro volumes. São livros direcionados para crianças de 8 a 11 anos, no entanto é uma boa pedida para quem tem aquela "preguicinha" de ler livros grossos, pois os volumes não ultrapassam 110 páginas.
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Título Nacional: Cidade dos Mortos
Ano de Lançamento: 2010
Editora: Fundamento
Tradutor: Mariela Moraes
110 páginas

Entre mortos e feridos em um trágico acidente, Derek Stone escapa ileso. Mas o trem descarrilado levou as duas pessoas que ele mais amava no mundo: seu pai e seu irmão mais velho, Ronny. Derek é um menino comum de 14 anos: gordinho, aluno regular, acabou de terminar a 8° série e não tem muitos amigos. A vida na companhia do pai e de Ronny era a única que ele havia conhecido até então. E ela se foi com os dois… Quando Derek finalmente começa a aceitar os horríveis fatos, uma coisa muito estranha acontece: Ronny volta. Sim, volta dos mortos. De verdade! E ele não é o único! Fonte: Saraiva

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Título Nacional: Cães do Pântano
Ano de Lançamento: 2010
Editora: Fundamento
Tradutor: Mariela Moraes
Editora: HarperCollins
96 páginas

Aquela noite de horrores parecia não ter fim. Derek e Ronny tinham conseguido escapar da Fenda de Bordelon, o portal para o mundo dos mortos. Mas ainda não estavam a salvo. Os mortos, liderados pelo monstruoso Erkine Cane, vinham no encalço dos dois. E estavam chegando perto. Sem ter mais uma casa para onde retornar, os irmãos decidem seguir as orientações do pai, que também voltara da morte, e partem rumo ao fúnebre Pântano de Malpierre, onde poderiam se reunir novamente. Fonte: Saraiva
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Título Nacional: A Casa Vermelha
Ano de Lançamento: 2010
Editora: Fundamento
Tradutor: Mariela Moraes
96 páginas

Seguindo em sua jornada para fechar o portal que permite que os mortos retornem ao nosso mundo, Derek e Ronny (ou o que sobrou dele) partem numa desesperada busca à misteriosa Casa Vermelha. E precisam encontrá-la antes dos emissários da Legião, cada vez mais numerosos.No caminho, os irmãos - agora acompanhados por Abby Donner, que também sobreviveu ao acidente com o trem - começam a descobrir os terríveis segredos da amaldiçoada mansão. Segredos que envolvem guerras, mortes, fantasmas e o passado de uma certa família...Depois de encarar um irmão possuído pela alma de um jovem morto há 70 anos, vozes dentro de sua cabeça e uma tropa de mortos pronta para acabar com ele, Derek imagina que nada mais pode surpreendê-lo. Mas ele está enganado. Nada neste mundo conseguiria prepará-lo para o que o espera na Casa Vermelha.O destino do mundo está nas mãos de Derek Stone. Ele não pediu isso. Mas, agora, vai até o fim. Fonte: Relativa
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Título Nacional: A Estrada Fantasma
Ano de Lançamento: Sem Previsão
Editora: Fundamento
Tradutor: Mariela Moraes
110 páginas

A descoberta de um terrível segredo sobre o próprio passado mexeu com Derek. Ele está confuso, sem saber se acredita ou não em sua mãe. Afinal, a história que ela contou explica muitas coisas que têm acontecido/aconteceram com ele, mas é dolorosa demais para ser digerida. Só que Derek está sem tempo para se lamentar. Ele tem menos de 24 horas para fechar a Ferida, que separa os vivos dos mortos, antes que a Legião consiga trazer de volta seu exército de almas condenadas. Mas para isso precisa decifrar os enigmas escondidos no poema A Estrada Fantasma, escrito por um ilustre “antepassado”, Ulysses Longtemps.
Mesmo com os inimigos em seu encalço, Derek, Ronny e Abby seguem em uma jornada frenética para salvar a humanidade. O que eles não sabem, porém, é que A Estrada Fantasma é nada mais, nada menos, que uma rota de colisão com O Primeiro, o verdadeiro líder da Legião, que está disposto a fazer de tudo para concretizar seus terríveis planos. O destino do mundo está nas mãos de Derek Stone. Ele não pediu isso. Mas, agora, vai até o fim.

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Autor: Vários
Tradutor: Cristina Cupertino
Organizador: Richard Dalby
Editora: Suma de Letras Brasil
Pág.: 456

Em 'O Grande Livro das Histórias de Fantasmas', o olhar feminino incide em um dos gêneros da literatura, os contos de horror. As perspectivas apresentadas nas histórias são variadas. Há narrativas e estudos psicológicos, contos de casas mal-assombradas e fábulas de mistério de teor feminista. Algumas das histórias são inquietantes; outras, assustadoras; mas são narrativas que investigam como mulheres lidam com a paixão, a angústia e a raiva.
Vários tipos de fantasmas preenchem O grande livro. Eles vão de mulheres adultas a homens, crianças e até objetos. Quando a alma perturbada é uma mulher, geralmente as histórias se centram em um caso de amor com um fim trágico, resultante do abandono e opressão. É essa uma das características feministas dos contos, que também apresentam mulheres fortes e independentes. Além do amor, botar ordem no comportamento dos vivos é outro estopim das aparições. É assim em “Os olhos”, de Edith Wharton (1862-1937), onde um par de olhos tira o sono de um homem que faz falsas promessas.

Quando o assunto é objetos assombrados, “O livro”, de Margaret Irwin (1889-1967), é o mais assustador. Um misterioso livro aparece na biblioteca da casa de uma respeitada família e chama a atenção do pai. Ele passa a traduzir os dizeres em latim impulsionado pela curiosidade, ao mesmo tempo em que seu comportamento com a esposa e filhos muda. Não é um fantasma propriamente dito que aterroriza o homem, mas a influência que o livro tem sobre ele, ditando seus passos e o levando a cometer atos terríveis. Um conto que pende mais para o lado dos demônios, retratando uma possessão, fenômeno que não ocorre nos outros.
Há espaço também para contos que falam da bondade de assombrações, ou então de sua irreverente presença. May Sinclair (1863-1946) retrata em “O símbolo” uma mulher que não abandona seu marido até que ele lhe diga que a ama, algo nunca feito em vida. Ela não deseja o mal, apenas quer uma resposta. Já “Não conte para a Cissie”, de Celia Fremlin (1914-2009), é um dos contos mais extraordinários, que pega o leitor de surpresa. Cissie é uma atrapalhada senhora de bom coração que acaba com qualquer programa de suas melhores amigas. Elas então resolvem investigar um fantasma e deixar Cissie de lado para não frustrar seus planos. Digamos que elas encontraram um fantasma, mas não o que esperavam. Assim como o leitor.

Fonte: Saraiva e Taize Odelli

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